quinta-feira, março 25, 2010

STF - ABRE AÇÃO CRIMINAL CONTRA DEP. ABELARDO CAMARINHA




O Dep. Federal Abelardo Camarinha ganhou mais um processo criminal e vai responder por calúnia, podendo pegar até dois anos de cadeia além de pagamento de multa e ter o mandato de deputado federal cassado. A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) saiu ontem por unanimidade e coloca o ex-prefeito como réu em ação judicial movida pelo jornalista José Ursílio, vítima de mentiras e calúnias. O julgamento foi transmitido ao vivo pela TV Justiça direto de Brasília por volta das 17h30.Ministro Carlos Brito acompanha voto do relator e coloca ex-prefeito como réu A partir de agora o inquérito 2503 que tramita no STF com quase 280 páginas vira ação penal e põe Camarinha oficialmente no banco dos réus. O voto do relator Eros Grau denunciando o ex-prefeito por calúnia contra o jornalista foi acompanhado por todos os ministros da Suprema Corte. O julgamento durou cerca de cinco minutos. Eros Grau leu a peça e apresentou a denúncia. “Acato o crime de calúnia”, disse. Ministro Peluso anuncia decisão unânime e abre ação penal contra Camarinha A sessão era presidida pelo ministro Cesar Peluso e apenas o ministro Carlos Brito se manifestou durante perguntando ao relator como as ofensas haviam sido proferidas na época do fato. “Pela televisão, pela mídia”, respondeu Eros Grau. “Então eu acompanho o voto do relator”, sacramentou Brito. Em seguida, Peluso anunciou que o tribunal recebia a denúncia por unanimidade, incluindo o voto do ministro mariliense José Antonio Dias Toffoli. Antes do julgamento uma ampla reportagem da TV Justiça já anunciava que o caso entraria na pauta. A matéria, que exibiu imagens de Camarinha, deu destaque para o recurso do jornalista José Ursílio que teve o pedido contra o ex-prefeito engavetado no Fórum de Marília. O processo é referente a diversas acusações mentirosas contra o jornalista e o delegado Roberto Terraz após a morte de Rafael Camarinha, em março de 2006. Na época, o ex-prefeito acusou publicamente José Ursílio e o policial de serem os responsáveis pelo crime sem qualquer prova.

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