domingo, junho 20, 2010

CRACK - A DROGA QUE MAIS DESTROI FAMILIAS NO MUNDO



De JORNAL FOLHA ZONA SUL

CRACK DESTROI VÁRIAS FAMILIAS EM MARÍLIA
Este já é o segundo caso de desespeRo pela familia ter um filho viciado em crak. Mais uma família recorre à polícia para conter filho viciado, numa outra reportagen, um pai desesperado amarrava o filho em uma arvóre, para não buscr drogas.“Este é o apelo de um pai de família que precisa de ajuda. Não sei mais o que fazer, porque a situação chegou ao limite”, desabafa o pai de C.C.L., 22 anos, dependente químico há três anos.Família apela para a polícia por não encontrar ajuda médica eficiente. Mais uma família mariliense se apresentou no início da tarde de ontem no Plantão Policial para registrar queixa e pedir ajuda para o filho C.C.L., 22 anos, viciado em drogas. Situação coloca em evidência um velho problema enfrentado por diversas famílias na cidade, que esbarra na falta de ajuda pública, sobretudo pela não existência de uma clínica de tratamento para dependentes, seja para menores ou mesmo para maiores de idade. Segundo o pai do dependente químico, que prefere não ter o nome revelado, a descoberta do envolvimento do filho com drogas ocorreu há três anos. “Estamos desesperados. Ele havia conseguido um bom emprego, mas foi mandado embora porque não comparecia”, explicou.A família revela que com freqüência são ameaçados com faca e sofrem com a agressividade do filho dependente. “Até mesmo uma foice ele utilizou para nos coagir. Quebrou todos os vidros da janela porque queria droga”, acrescentou o pai.A filha do dependente, que possui apenas três anos de idade, foi ameaçada de ter o dedo cortado por ter denunciado aos familiares que o pai estaria usando drogas. “A criança foge dele com medo”, alega.Todos os móveis e eletrodomésticos da residência foram vendidos pelo usuário. “Ele vendeu a geladeira, fogão e botijão de gás. O mais absurdo é que ele trocou a TV por uma nota de R$ 5. Não tenho vontade de conversar com o meu filho. Sinto mágoa dele”, confessa.O rapaz já esteve internado no Hospital Espírita de Marília (HEM), mas conseguiu pular o muro e fugir do tratamento de volta para casa da família, que mora na rua Frei Caneca, bairro Cascata. “Este é o apelo de um pai de família que precisa de ajuda. Não sei mais o que fazer, porque a situação chegou no limite”, explica o pai. A mãe do rapaz também é alvo freqüente de ameaças. “Não sei como uma droga tem tanto poder de mudar as pessoas. Meu filho era alegre, bom rapaz. Ficou tudo destruído”, lamentou a dona de casa, que esteve na companhia do marido e dos filhos para prestar queixa.

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