quarta-feira, janeiro 12, 2011

PROCURADO - Alessandro Pereira dos Santos, 38, mais conhecido como ‘Coxinha’, é considerado foragido da Justiça.

De JORNAL FOLHA ZONA SUL

O servidor público municipal Alessandro Pereira dos Santos, 38, mais conhecido como ‘Coxinha’, é considerado foragido da Justiça. Desde o último dia 6 há contra ele uma ordem de prisão preventiva. Ele é acusado de tentar matar, a golpes de pau, o assessor parlamentar do ex-prefeito e deputado federal Abelardo Camarinha, Carlos Umberto Garrosino. O pedido de recolhimento é assinado pelo juiz José Roberto Nogueira Nascimento, da 1ª Vara Criminal de Marília. Ele atendeu a solicitação do Ministério Público, representada pelo promotor Celso Bellinetti Júnior, o mesmo que no mês passado pediu o arquivamento do processo da granada fajuta lançada na residência de Garrossino.Desde que a ordem foi expedida, o setor de capturas da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) realizou buscas na casa do servidor e de seus familiares, entretanto ele não foi encontrado.O CASO - De acordo com a denúncia do Ministério Público, no dia 30 de novembro do ano passado, Garrossino deixava o Fórum de Marília após uma audiência quando, no estacionamento, teria sido atacado por Coxinha. Logo depois, o suspeito desferiu dois golpes, atingindo a cabeça e as costas do assessor. Em seguida, fugiu em uma moto com um comparsa.Garrossino necessitou de atendimento médico e desde o início acusava o servidor público. Investigações do caso, registrado como tentativa de homicídio, ficaram a cargo do 3º DP. Testemunhas ouvidas pela polícia reconheceram Coxinha como o autor dos golpes.
De aliado à inimigo:a trajetória do acusado - A relação entre o servidor público municipal Alessandro Pereira dos Santos, 38, o ‘Coxinha’, com a família Camarinha e seus ‘testas-de-ferro’ é antiga. Antes de se tornar o inimigo número 1 de Abelardo e sua trupe, Coxinha inclusive trabalhou na campanha eleitoral de 2008, quando Vinícius saiu derrotado. Meses após o rompimento, pessoas ligadas a Camarinha começaram a ser ameaçadas e algumas relataram terem sido agredidas na rua. Todos apontavam o autor como sendo o servidor. Um dos ataques de Coxinha foi o carro do engenheiro Cardoso Lima, destruído em um incêndio. Pelo crime, ele ficou mais de sessenta dias preso até ser condenado a dois anos de prisão em regime aberto. A pena, porém, foi convertida em prestação de serviços comunitários.O servidor ainda responde por ameaças feitas via SMS contra Vinícius. Em um dos casos mais recentes, e o talvez mais notório da rixa, o ‘vencedor’ foi Coxinha. Ele era apontado como o responsável pela granada fajuta lançada na casa de Garrossino, em novembro de 2009, mas a Justiça não acolheu o pedido de prisão preventiva e, em dezembro último, arquivou o processo.

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